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sexta-feira, 18 de agosto de 2017

A maluca das caixas!

Que eu tenho muitas caixas eu já sabia mas, no outro dia deu-me para fazer umas arrumações e coloquei-as todas juntas e todas juntas a pessoa fica com uma noção mais real! São bués! E quase todas cor-de-rosa. E isto tem uma explicação: acho as caixas perfeitas para arrumação e decoração. Posso colocar coisas desarrumadas nas caixas. Ou posso até colocar as coisas por categorias nas mesmas e para além disso ainda servem para embelezar um espaço. PERFEITO!!!

Este mês, já comprei duas. E são giras, giras, giras!!!




Esta caixa é de um material que parte. Por dentro é preta mas, não é veludo. Comprei-a nos saldos da Viva.



Esta é uma caixa de cartão resistente de uma loja chinesa.

Quem também adere ao método das caixas no que toca à arrumação?

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Há padrões que nos apaixonam!

Penso que foi no Verão passado, que vi este padrão na Parfois. Lembro-me perfeitamente de pensar que era um padrão que dificilmente usaria sem ser no Verão mas, não deixava de ser lindo. Aquilo era só mesmo um argumento para eu não comprar uma mala com aquele padrão.

À umas semanas atràs, estava na fila da Stradivarius quando vi uma senhora com o tal padrão mencionado no parágrafo anterior. E pensei:"Olha que giro, nunca mais vi ninguém a usar uma mala com aquele padrão. O padrão é mesmo lindo!". E acreditam que nesse mesmo dia fui à Parfois e estava lá uma mala com aquele padrão? Não era o mesmo modelo da mala da senhora mas, não deixava de ser aquele padrão que eu nunca mais tinha visto à venda nem ninguém a usar. Aproximei-me da mala e achei-a MARAVILHOSA mas, não era um daqueles MEGA ACHADOS de saldos no que ao preço diz respeito. Pensei que me tinha que controlar... E além disso ainda tinha algumas lojas para ver e lá fui eu... (Mas, confesso que coloquei a mala atràs de outras. Ups! Quem nunca?)

Dei então a volta às outras lojas a que queria ir e decidi que iria voltar à Parfois. E agora se não encontrasse a mala o assunto estava arrumado mas, estava a pensar que ficaria com ela na cabeça. Será que me ia arrepender de não a ter trazido? Espreitei e LÁ ESTAVA ELA. Peguei nela e caixa.


Não é uma mala grande, eu sei. Mas, no Verão privilegiamos modelos mais pequenos, não é verdade?


Dá para levá-la na mão como no ombro.


Na foto anterior, dá para ter uma noção geral.


Nesta última foto, dá para ver o detalhe do pendente que tem e que eu pensei inicialmente retirar mas, que entretanto deixei estar para dar um toque diferente.

Quem também se apaixonou por este padrão?

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Silêncio! Vamos gravar... Som! Câmara! Acção! #42

Depois das minhas férias no MELHOR sítio do Mundo, hoje retomei uma nova etapa na minha vida... E apeteceu-me ir ao cinema. Fui ver o filme «De braços abertos» porque ao ler o resumo percebi que era algo divertido. E foi! Leiam:

«Um proeminente intelectual francês branco e de esquerda – personagem inspirado em Bernard-Henri Lévy – lança um livro sobre como a sociedade deve ser mais aberta e acolher imigrantes e outras culturas sem preconceitos. A debater o livro na televisão, um oponente de direita desafia-o a fazer isso mesmo: acolher outras culturas na sua própria casa. Ele, a mulher (herdeira de uma fortuna e aspirante a artista) e o filho acolhem assim em casa uma família cigana.
O que se segue é uma comédia cheia de confrontos entre as duas culturas, sem muita profundidade quer no tratamento do tema do racismo e da xenofobia, quer nas piadas em si – há até recurso a técnicas antiquadas como "blackface".»

Foi um momento bem passado. Dá para rir porque aquilo é asneira atrás de asneira mas, ao mesmo tempo mostra alguns problemas com que nos debatemos no dia-a-dia em sociedade. Pode dizer-se que «a brincar, a brincar, dizem-se as verdades.».

Acho que sim, vale a pena pelos minutos que passamos no cinema.


E que filme me sugerem para ir ver da próxima vez que for ao cinema?

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Outfit #141

A primeira vez que usei este outfit gostei muito mas, esqueci-me de o fotografar então noutro dia decidi voltar a usá-lo mas, só depois de tirar as fotos é que me apercebi que da primeira vez não tinha usado este chinelos mas, sim umas sandálias douradas que já por aqui mostrei.

E tinha-o conjugado com a minha mala de praia que mostrei aqui. E também não tinha usado estes brincos mas, relativamente aos brincos não sei quais foram os que usei da primeira vez.


Estes calções azuis são iguais aos verdes que estou a usar neste outfit. 


Confesso que foi algo escolhido em cima da hora na altura mas, até gostei de como resultou. Como esta t-shirt tem muitas cores acabava por usá-la sempre com gangas mas, neste dia, olhei para estes calções e como a t-shirt também tem azul claro achei que ligava bem. O que acham?

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Leituras de 2017 #14

Este livro comprei na Feira do Livro de Lisboa este ano como mostrei neste post.

O título não me atraiu. Só o autor que o ano passado me surpreendeu pela positiva com o livro que comprei na Feira. Mas, no dia em que o comprei, este livro estava como «Livro do Dia» e eu peguei nele para ler a sinopse.

E a sinopse que li foi esta:

«Um dia, no campo de concentração de Bergen Belsen, na Alemanha, Luis Sepúlveda encontrou gravada numa pedra uma frase de autor anónimo que dizia: «Eu estive aqui e ninguém contará a minha história.» Essa frase trouxe-lhe à memória toda uma galeria de personagens excecionais que havia conhecido e cujas histórias mereciam ser contadas. 

Assim nasceu o presente livro, As Rosas de Atacama. «Histórias marginais» (aliás o título da edição original espanhola), e também histórias de marginais, os relatos que compõem esta obra têm todos os ingredientes a que Luis Sepúlveda habituou os seus leitores: a defesa da vida e da dignidade humana, a luta pela justiça, o elogio dos valores ecológicos, o exotismo como afirmação de que os sonhos são os mesmos em todos os lugares da Terra. Como em todos os livros de Sepúlveda, também neste a realidade supera a ficção.»

Sabem o que me convenceu na sinopse? Falar num campo de concentração na Alemanha. Mas, infelizmente o livro não foi por aí... Cada capítulo deste livro tem uma história diferente. Cada história versa sobre uma personagem diferente. Pelo que percebi, cada personagem corresponde a alguém que o Luís Sepúlveda conheceu durante a sua vida.


Concluindo, o livro lê-se bem mas, não agarra o leitor porque cada história é pequena. Mas, dá perfeitamente para ler este livro em paralelo com outro uma vez que não temos que nos lembrar do que já lemos. Dos 4 livros que já li deste autor este é o meu 3º preferido.

Quem aí já leu Luís Sepúlveda? E quais me aconselham para ler a seguir? Deste autor, de momento, não tenho nenhum livro para ler.

domingo, 13 de agosto de 2017

Outra opção...

 ... para uma mala de praia é esta:


Este saco foi uma oferta na Tezenis por causa de uma compra. Existem vários padrões e eu acabei por escolher este. Ainda fiquei indecisa com o dos flamingos mas, o fundo era preto e por isso não gostei muito.

sábado, 12 de agosto de 2017

Madnesse about books...

... is back!!!

Desta vez comprei 4 livros!!!

Este livro faz parte do novo género literário que ando a ler e a adorar: mistérios e policiais. A sinopse dele é esta: «Hannah é uma mulher independente e determinada que não quer seguir os passos da sua mãe amargurada. Mas através de amigos, conhece certo verão, em Nova Iorque, Mark Reilly, e apaixona-se de tal modo que muda de ideias sobre o casamento. Agora vive na sua elegante casa em Londres, com um marido que adora e sente-se feliz. Mas quando ele não regressa de uma viagem de negócios aos EUA e as horas de espera se alongam em dias, Hannah começa a duvidar. Porque é que os colegas do marido acham que ele está em Paris, não NI? Porque não há registos seus no hotel? E quem é esta mulher que lhe anda a telefonar? Hannah começa a investigar a vida do marido e descobre coisas que a fazem duvidar de tudo o que julgava saber sobre ele. Da história de encantar que vive, é levada para um mundo de violência e medo. Mas será que os segredos de Mark se destinam a protegê-lo a ele ou a ela?»

Eu acabo de ler estas sinopses e apetece-me começar a ler o livro IMEDIATAMENTE!!!


Lembram-se deste post? 
Pois, que a autora tem outro livro (acabado de sair) e, uma vez que eu gostei tanto do outro livro TIVE que comprar este. (Segredo: comprei-o sem ler a sinopse. Li a sinopse pela primeira vez quando estava a fazer este post. Quando se confia é assim, não é verdade? Vejam só o meu voto de confiança na autora por causa do outro livro. Reforça a ideia de que o outro é qualquer coisa, não é?)

A sinopse está aqui:« Hoje vai ser diferente! - pensa Eleanor. E, de facto, vai… mas não da maneira que ela imagina. A vida de Eleanor Flood é um caos. Mas ela está decidida a mudar. Hoje vai ser diferente, acredita. Hoje vai tomar duche e vestir roupa elegante. Vai à aula de ioga depois de deixar o filho, Timby, na escola. Vai almoçar com uma amiga. Não vai dizer asneiras. Vai tomar a iniciativa na cama com o marido, Joe. Mas antes de conseguir pôr em prática o seu plano, a realidade obriga-a a travar… a fundo. Pois hoje é o dia em que Timby decide fingir-se doente para ficar com a mãe. É também o dia em que Joe resolve gozar uns dias de férias mas se esquece de avisar Eleanor. E quando parece impossível as coisas piorarem, um antigo colega desencanta uma relíquia do passado, obrigando-a confrontar-se com velhos segredos de família e uma irmã desaparecida.»
 

Este livro não o comprei na Feira do Livro mas, comprei-o agora. (Há um livro da Margarida Rebelo Pinto que eu já li que tem o mesmo título.) E esta capa... Como não reparar nela?

Leiam a sinopse:«Evelyn Beegan está cansada de viver na sombra da alta-sociedade de Manhattan. A mãe, obcecada em pertencer aos círculos “certos”, engendra plano atrás de plano, em vão. Pois embora a família seja bem-sucedida, o seu dinheiro é demasiado novo e as normas sociais são demasiado rígidas: os Beegan podem ser tolerados mas nunca serão verdadeiramente aceites. 
Aos vinte e seis anos, Evelyn quer simplesmente ter uma vida pacata. Mas – ironia das ironias – ao ficar sem emprego, não tem alternativa senão trabalhar para uma rede social da elite. Uma espécie de Facebook exclusivo para multimilionários que a obriga a frequentar o meio snob que tanto queria evitar. A mãe fica (finalmente) orgulhosa. E na roda-viva de bailes, chás e regatas, até mesmo Evelyn acaba por se deixar ofuscar pelo glamour da fina flor nova-iorquina. Mas a ascensão social tem um preço. E ela não tarda a perceber os sacrifícios que terá de fazer para se manter no topo da hierarquia. Agora que chegou tão longe, estará também disposta a arriscar a alma?»

Confesso que neste livro fui influenciada pela capa e pelo facto de a personagem principal ter a minha idade.


E por fim (considero que deixei o melhor para o fim - não que não ache os outros livros bons mas, este sai um pouco da minha zona de conforto no que a livros diz respeito mas, era um livro que me suscitava muita curiosidade e que finalmente posso apreciar).


Desse lado: há opiniões para dar sobre estes livros? Ou sobre outros?